
Célula
A célula é a menor unidade estrutural e funcional dos seres vivos. No corpo humano existem centenas de tipos de células, cada um com forma e funções adaptadas ao tecido a que pertence.
A célula é a menor unidade viva do corpo. Células parecidas se organizam em tecidos, e os tecidos formam os órgãos. Aqui estão as estruturas básicas que aparecem em todos os outros sistemas.

A célula é a menor unidade estrutural e funcional dos seres vivos. No corpo humano existem centenas de tipos de células, cada um com forma e funções adaptadas ao tecido a que pertence.

O núcleo celular é a organela delimitada por membrana que guarda o material genético da célula. Nele o DNA está organizado em cromossomos e a leitura dos genes é regulada.

Cromossomos são estruturas formadas por DNA enrolado em proteínas, que levam os genes. A maioria das células humanas tem 46 cromossomos, organizados em 23 pares.

O DNA é a molécula que armazena a informação genética. Formada por duas fitas em dupla hélice, ela contém as instruções para fabricar as proteínas e para o funcionamento do organismo.

O tecido epitelial é formado por células justapostas, com pouca substância entre elas, que revestem superfícies do corpo e cavidades e também compõem as glândulas.

O tecido conjuntivo é o grupo de tecidos que sustenta, preenche e liga outras estruturas. Suas células ficam envolvidas por abundante matriz extracelular, rica em fibras.

O tecido adiposo é um tipo de tecido conjuntivo formado principalmente por células que armazenam gordura. Serve como reserva de energia, isolante térmico e proteção mecânica.
As células germinativas formam a linhagem que dá origem aos gametas, o óvulo e o espermatozoide. Diferem das células somáticas porque são as únicas que transmitem o material genético à geração seguinte.

O óvulo é a célula sexual feminina, grande e sem movimento próprio, que carrega metade da informação genética de um novo indivíduo. Na ovulação, o que sai do ovário é, a rigor, um ovócito secundário.

O espermatozoide é a célula sexual masculina, pequena e móvel, formada por cabeça, peça intermediária e cauda. Leva ao óvulo metade da informação genética do futuro indivíduo.

Os compartimentos dos líquidos corporais são as regiões do corpo em que a água e as substâncias nela dissolvidas se distribuem: o interior das células e o meio fora delas. Cada um tem composição própria.

O espaço extracelular é todo o território fora das células: o interstício dos tecidos, preenchido por matriz e líquido, e o interior dos vasos. É por ele que nutrientes e resíduos circulam entre o sangue e as células.

O tecido adiposo branco é a forma de gordura predominante no adulto, composta por adipócitos com uma única grande gota de lipídio. Armazena energia, isola e amortece, e também secreta hormônios.
A gordura abdominal é o conjunto do tecido adiposo da região do abdome, formado por uma parte logo sob a pele e outra no interior da cavidade abdominal. Cada parte tem comportamento metabólico diferente.
A gordura intra-abdominal, ou visceral, é o tecido adiposo que envolve os órgãos dentro da cavidade abdominal. É metabolicamente muito ativa e tem papel importante no risco cardiometabólico.

O tecido adiposo subcutâneo é a camada de gordura localizada na tela subcutânea, logo abaixo da pele. Isola o corpo do frio, absorve impactos e modela o contorno corporal.
O tecido de granulação é um tecido novo, rico em capilares e fibroblastos, que preenche o leito de uma ferida em cicatrização. Tem aspecto avermelhado e granuloso e é a base sobre a qual se forma a cicatriz.
A cicatriz é o tecido fibroso que substitui a estrutura original após a lesão, produzido no fim do processo de reparo. Tem mais colágeno e menos células e anexos que o tecido normal.
A cicatriz hipertrófica é uma cicatriz espessa, elevada e avermelhada que permanece dentro dos limites da ferida original. Resulta de produção excessiva de colágeno e pode melhorar com o tempo.
O queloide é uma cicatriz que cresce além dos limites da lesão original, formando uma massa firme e elevada que não regride espontaneamente. Decorre de um acúmulo excessivo de colágeno na derme.
As glândulas exócrinas são estruturas epiteliais que lançam suas secreções por ductos, sobre uma superfície do corpo ou dentro de uma cavidade. Diferem das glândulas endócrinas, que liberam hormônios no sangue.

A glândula mamária é uma glândula exócrina especializada na produção de leite, localizada dentro da mama. Deriva de glândulas da pele e atinge seu desenvolvimento completo na gravidez e na lactação.

Membranas biológicas, no sentido anatômico, são lâminas finas de tecido que revestem cavidades, recobrem órgãos ou separam compartimentos. Em geral combinam um epitélio e um tecido conjuntivo de apoio.

A mucosa é o revestimento interno dos órgãos ocos e das cavidades que se comunicam com o exterior. É formada por um epitélio, uma camada de tecido conjuntivo e, em muitos locais, glândulas que produzem muco.

A membrana serosa é uma lâmina fina que reveste as grandes cavidades fechadas do corpo e recobre os órgãos dentro delas. Tem duas camadas, entre as quais há um espaço mínimo com líquido lubrificante.

O peritônio é a maior membrana serosa do corpo, que reveste a parede interna do abdome e da pelve e recobre grande parte das vísceras. Entre suas duas camadas fica a cavidade peritoneal.

O líquido extracelular é toda a água corporal que fica fora das células, com seus sais e nutrientes dissolvidos. Compõe o meio interno que banha as células e cuja estabilidade sustenta o funcionamento do organismo.

O líquido cerebrospinal é um líquido claro e incolor que preenche os ventrículos do encéfalo e o espaço ao redor do encéfalo e da medula espinal. Protege o tecido nervoso e mantém seu meio químico estável.
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